É noite. O tempo passa, passa.
O sono apavora o que grassa
Ao prazer. Só ao cansaço
Elaboro a lauda deste fato
Da morte à espera, à porta.
Corro nas paredes do quarto.
Sonos me atropelam a soar.
Assustado, só digo palavras
Que amansam e fazem sonhar.
Nada mais que o fim em amarras.